E aquelas pessoas que falam do face como se fala de um amigo próximo que se trata por um
diminutivo carinhoso?
FACEBOOK
Arghhh face...
Um passeio no parque...
Amizades que nunca se perdem
Não gosto de publicitar a minha vida pessoal no facebook, acho piada a saber todos os passos que os outros dão. Vou ao facebook e dou por mim em divagações sociológicas muito interessantes, enfim, o facebook para mim é para voyeurismo do que outra coisa. Mas hoje coloquei uma foto. Coloquei-a porque me apeteceu partilhar um momento feliz num dia que é menos feliz. Apetece-me neste dia recordar estes sorrisos, prefiro forçar-me a isso do que ter pensar na dor que é ter uma amiga que já não celebra mais o seu aniversário... Faço questão de falar aos meus filhos naquelas pessoas especiais, que já partiram, e sempre que surge uma oportunidade não deixo de o fazer. Hoje de manhã quando lhes disse que a Vanessa fazia a anos, a Maria Rita disse logo "Mas ainda faz não é mãe?" eu disse-lhe que sim, mas que infelizmente já não podíamos comemorar o dia com ela. A resposta da minha filha foi: "Podes sim mãe, podes ir ao cemitério e rezar com ela!". E é isso que vou fazer, mas faço-o com a imagem de felicidade e cumplicidade desta foto na cabeça.
Nevou cá em casa!
Sim! Por aqui nevou! A neve concentrou-se mais exatamente na minha sala é devo dizer-vos que foi lindo! Já passaram uns dias e continuamos a encontrar "flocos de neve" por todo o lado!!!!!
Comidas
Fui jantar fora.
Jantar fora era sempre algo muito bom, um momento de convívio de estar com amigos. Neste momento a preocupação que ir jantar fora me causa abafa tudo o resto...
O que é que posso comer, o que é que não posso comer, tem tomate?! Tem alho?! Salsa?! Mas não dizia na ementa que tinha salsa! E na borda do prato começam a acumular-se pedaços de comida... uma amálgama que me incomoda e me deixa constrangida.
Olhar para a ementa e perceber que todos os pratos acompanham com batata e com trigo (o maldito pão parece omnipresente).
Ter que explicar que não posso. Ter que perguntar tudo e recusar outro tanto.
É cansativo, mas tão cansativo que me deixa exausta e sem vontadade sair de casa...
Jantar fora era sempre algo muito bom, um momento de convívio de estar com amigos. Neste momento a preocupação que ir jantar fora me causa abafa tudo o resto...
O que é que posso comer, o que é que não posso comer, tem tomate?! Tem alho?! Salsa?! Mas não dizia na ementa que tinha salsa! E na borda do prato começam a acumular-se pedaços de comida... uma amálgama que me incomoda e me deixa constrangida.
Olhar para a ementa e perceber que todos os pratos acompanham com batata e com trigo (o maldito pão parece omnipresente).
Ter que explicar que não posso. Ter que perguntar tudo e recusar outro tanto.
É cansativo, mas tão cansativo que me deixa exausta e sem vontadade sair de casa...
Mula!
- Maria Rita! Um M e um U!
- Mu?
- Sim. Agora um L e um A.
- Cavalo!
- Não! Lê lá! Um M e um U...
- Mu.
- E agora um L e um A.
- Já sei: burro!
SOCORRO!!!!!!
Fofinho, fofinho!
O meu filho Manuel é fofinho, fofinho como só ele consegue ser! Vejam só algumas das últimas pérolas do rapaz:
- Mãe, sabes que os ladrões só querem amigos?
- Amigos?
- Sim mãe porque os ladrões não têm amigos e não têm nada para comer... então eles só querem amigos, querem ser nossos amigos.
- A sério?
- Sim, mas em Portugal não há ladrões!
(se estavam a ficar preocupados com os malvados, despreocupem-se, já sabem, não moram por cá nenhuns...)
--------------
- Mãe, porque é que há "velhotinhos" e outras pessoas que não têm carros?
(adorei a utilização de "velhotinhos"! :))
--------------
- Sim, mamãzinha linda!
(ai que miúdo mais fofo!)
--------------
(vindo do nada)
- Adoro-te mamã!
--------------
- Mãe sabias que temos que ter cuidado e não levar carros para a praia, porque podem cair ao mar. Sim e depois as pessoas não sabem nadar e os salvadores têm que ir buscá-las, é muito perigoso!
(já sabem, sempre que pensarem em levar um carro para a praia tenham cuidado, muito cuidado!)
--------------
Alguém um dia disse sobre este meu filho que ele é giro e sabe [que é giro!]. E é isso mesmo, o Manuel é exímio na arte de seduzir. Faz os seus olhos tristes, junta as mãos e diz:
"Vá lá mamã, por favor, vá lá, vá lá, vá lá!" e torna-se tão difícil resistir!
- Mãe, sabes que os ladrões só querem amigos?
- Amigos?
- Sim mãe porque os ladrões não têm amigos e não têm nada para comer... então eles só querem amigos, querem ser nossos amigos.
- A sério?
- Sim, mas em Portugal não há ladrões!
(se estavam a ficar preocupados com os malvados, despreocupem-se, já sabem, não moram por cá nenhuns...)
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- Mãe, porque é que há "velhotinhos" e outras pessoas que não têm carros?
(adorei a utilização de "velhotinhos"! :))
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- Sim, mamãzinha linda!
(ai que miúdo mais fofo!)
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(vindo do nada)
- Adoro-te mamã!
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- Mãe sabias que temos que ter cuidado e não levar carros para a praia, porque podem cair ao mar. Sim e depois as pessoas não sabem nadar e os salvadores têm que ir buscá-las, é muito perigoso!
(já sabem, sempre que pensarem em levar um carro para a praia tenham cuidado, muito cuidado!)
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![]() |
| Manuel Gato das Botas |
"Vá lá mamã, por favor, vá lá, vá lá, vá lá!" e torna-se tão difícil resistir!
Mais filhos
Às vezes penso que adorava ter mais filhos.
São momento de insanidade, eu sei, depois passam... acho que enlouquecia se tivesse mais uma criança a cargo neste momento. Mas por outro lado o apelo da maternidade ainda por aqui mora. Mas para isso teria que ter outra vida, literalmente outra vida, clonar-me talvez fosse uma opção...
Enfim, enquanto o nosso país se deixa arrastar para o abismo e tenta finalmente, mas só agora, reagir à baixíssima taxa de natalidade que temos, há empresas que cá em Portugal, sim cá em PORTUGAL, já o fazem há algum tempo.
Não deixem de ver a reportagem da TVI sobre estes bons exemplos.
São momento de insanidade, eu sei, depois passam... acho que enlouquecia se tivesse mais uma criança a cargo neste momento. Mas por outro lado o apelo da maternidade ainda por aqui mora. Mas para isso teria que ter outra vida, literalmente outra vida, clonar-me talvez fosse uma opção...
Enfim, enquanto o nosso país se deixa arrastar para o abismo e tenta finalmente, mas só agora, reagir à baixíssima taxa de natalidade que temos, há empresas que cá em Portugal, sim cá em PORTUGAL, já o fazem há algum tempo.
Não deixem de ver a reportagem da TVI sobre estes bons exemplos.
Dois almoços
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| A minha mega e gira lancheira! |
Eu olhei para ele com ar incrédulo... "Então mas não te disse já que almoço sempre duas vezes?!"
"Ah... então almoças mesmo DUAS VEZES?!"
"Sim, mas já te tinha dito, levo almoço para as 11h e depois para as 13h..." dahhhh
Pois, é verdade apesar de parecer um "pau de virar tripas", um "espeto", de estar "escanzelada", de toda a gente me dizer que preciso de comer, sim EU COMO! Como e até almoço duas vezes, sim, duas vezes a mesma quantidade, com sopa, segundo prato e fruta!
Mas infelizmente parece que, por mais que coma, pouco ou nada cá fica e o meu intestino tornou-se incapaz de assimilar nutrientes, ou pelo menos de assimilar todos aqueles nutrientes de que necessito. Ando sempre com fome e desconfio que ainda não consegui estabilizar o peso, quanto mais começar a ganhar...
Açúcar!!!!
Estava em desespero e precisava de açúcar.... despachei meio pacote dos abaixo... que delícia, se não fosse o dito açúcar até nem teria havido problema: sem glúten e sem ovo!
Para já o meu organismo reagiu positivamente à quantidade de açúcar que ingeri, fiquei com uma energia brutal, vamos ver se o meu intestino gosta tanto como o meu cérebro gostou :)
Só para perceberem porque é que ando tão ausente...
| É assim que eu me sinto... |
- Esqueci-me de pôr o saco do ballet na mochila da Maria Rita, portanto não fez aula. Foi designada ajudante da professora e felizmente estava felicíssima com o acontecimento;
- Não me apercebi que o Francisco já não tinha leite e sumos na escola, acabou por ter que beber dos do Manuel e palpita-me que hoje vem a caminho uma diarreia brutal;
- Marquei um almoço com uns amigos sobrepondo-o à festa da escola da minha filha e só me apercebi à noite;
- Fiquei de rever um texto de uma amiga e estava tão cansada que não ia conseguir fazer nada de jeito, fui para a cama (agora estou com peso na consciência);
- Estou a entrar no 3º dia de enxaqueca non stop...
Este blog agora também é "gluten free"
Não sabiam?! Ah pois é! Este blog desde há uns meses para cá também é "sem glúten", "sem ovo", "sem laticínios, "sem açúcar" e sem uma data de outros alimentos que crescemos a considerar básicos na nossa alimentação... Pois na verdade o intolerante a estes alimentos não é bem o blog, sou eu, o que vai dar na mesma.
Vou tentar vir cá de vez enquando contar como vai correndo esta saga. Não tem sido nada fácil, acreditem!
Vou tentar vir cá de vez enquando contar como vai correndo esta saga. Não tem sido nada fácil, acreditem!
Raising Awareness
Já recebi a minha medalha e tenho-a quase sempre comigo, seja ao pescoço seja enquanto pulseira. Faz-me sentir que a minha amiga está sempre comigo... e vocês já têm uma?!
Marta Leão criou uma medalha contra o cancro da mama
Aos 27 anos, achamos que somos imortais. A experiência de um cancro de mama fez Marta perceber a importância do diagnóstico precoce. Para alertar consciências, criou um blogue e uma campanha em parceria com a Associação LaçoFrancisco
A imagem abaixo traduz aquilo que o olhar do Francisco diz ao pai sempre que se aconchega perto de mim ou quando está mo meu colo e afasta o pai da "sua mãe".
Não gosta que o pai me dê beijinhos e se o pai o faz ele faz o mesmo logo a seguir. E está sempre de mão esticada, para o afastar, desta sua mãe que ele quer só para si!
A mãe fica com pena do pai, que também merece mimos, mas fica tão feliz por este filho ser tão mimocas com ela!
É p'ra ficar mais bonita! Então porque é que não ficas?!?!
Manuel hoje de manhã, muito sério, a olhar para mim enquanto eu me preparava em frente ao espelho:
Manuel: Mãe, porque é que tu pões esse creme cinzento na cara?
Mãe: Não é cinzento Manuel, é acastanhado não é? É para a pele da mãe da ficar mais bonita.
Eu acabo de aplicar o dito creme e ele continua:
Manuel: Mãe, porque é que agora estás a por essa areia dessa cara?
Mãe: Hum... não é areia, é um pó que a mãe põe por cima do creme. Olha e vale a pena porque a mãe fica muito mais bonita não fica?
Manuel: Não.
Ora agora digam-me lá, vale a pena uma pessoa perder 5 minutos de manhã ao espelho, gastar dinheiro em bases e afins e depois ter estas reações si?! :)
Manuel: Mãe, porque é que tu pões esse creme cinzento na cara?
Mãe: Não é cinzento Manuel, é acastanhado não é? É para a pele da mãe da ficar mais bonita.
Eu acabo de aplicar o dito creme e ele continua:
Manuel: Mãe, porque é que agora estás a por essa areia dessa cara?
Mãe: Hum... não é areia, é um pó que a mãe põe por cima do creme. Olha e vale a pena porque a mãe fica muito mais bonita não fica?
Manuel: Não.
Ora agora digam-me lá, vale a pena uma pessoa perder 5 minutos de manhã ao espelho, gastar dinheiro em bases e afins e depois ter estas reações si?! :)
MR and Minnie
Viram a foto? Então agora imaginem que em vez da Minnie estão a ver a minha filha! Sim, a Maria Rita no sábado à noite tirou do seu cabelo 6 ganchos (na foto parece-me que só aparecem 5, portanto algum deve ter caído pelo caminho), 10 pulseiras um colar, feitos por ela. Ah e os óculos, claro, mas esses são um acessório permanente.
Portanto tirou tudo e resolveu arrumá-los na Minnie, que dormiu ao lado dela na cama e que, diga-se de passagem, ficou com um look fantástico! :)
I'll be back
Tenho estado out... fora da blogosfera, cansada, sem energia, nem força para aqui vir escrever.
Mas hei-de voltar, um dia, espero que brevemente. Com energias renovadas e cheia de vontade, que esta letargia não faz parte de mim!
Me aguardem! ;)
Mas hei-de voltar, um dia, espero que brevemente. Com energias renovadas e cheia de vontade, que esta letargia não faz parte de mim!
Me aguardem! ;)
A nossa família
Aqui está a nossa família pelos olhos da Maria Rita. Ou pelo menos aqui estão os desejos secretos da minha filha para a nossa família: nós as duas sempre juntas, lindas, ela com o seu amuleto ao pescoço (quem tem filhas que vejam a Princesa Sofia sabem bem do que falo), e eu com um colar; o Francisco, lindinho mas ao colo do Pai e o Manuel, fofinho, mas também lá para ao pé do Pai, que ela quer é a Mãe só p'ra ela ! :)
A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert
Verão de 1975. Nola Kellergan, uma jovem de quinze anos, desaparece misteriosamente
da pequena vila costeira de Nova Inglaterra. As investigações da polícia são inconclusivas. Primavera de 2008, Nova Iorque. Marcus Goldman, escritor, vive atormentado por uma crise da página em branco, depois de o seu primeiro romance ter tido um sucesso. Junho de 2008, Aurora. Harry Quebert, um dos escritores mais respeitados do país, é preso e acusado de assassinar Nola, depois de o cadáver da rapariga ser descoberto no seu jardim. Meses antes, Marcus, discípulo de Harry, descobrira que o professor vivera um romance com Nola, pouco tempo antes do seu desaparecimento. Convencido da inocência de Harry, Marcus abandona tudo e parte para Aurora para conduzir a sua própria investigação.
Ofereceram-me este livro pelos meus anos e foi sucesso garantido, com este meu estado febril, em que nem conseguia sair da cama, li-o em três tempos, adorei e aconselho.
Parece que Joel Dicker vendeu mais 750 mil exemplares em França e a mim parece-me fácil perceber porquê. São cerca de 700 páginas que se leem sempre com vontade de perceber o que vem a seguir, é um romance e ao mesmo tempo um policial, em que tudo gira à volta do crime, do amor e do crescimento enquanto pessoa, ao mesmo tempo que "agarra" nas tricas e vivências de uma pequena e aparentemente inocente terra norte-americana. Joel Dicker cria em nós a ilusão de se fundir com Marcus Goldman parecendo a dada altura estar a escrever na primeira pessoa.
Vale a pena ler!
da pequena vila costeira de Nova Inglaterra. As investigações da polícia são inconclusivas. Primavera de 2008, Nova Iorque. Marcus Goldman, escritor, vive atormentado por uma crise da página em branco, depois de o seu primeiro romance ter tido um sucesso. Junho de 2008, Aurora. Harry Quebert, um dos escritores mais respeitados do país, é preso e acusado de assassinar Nola, depois de o cadáver da rapariga ser descoberto no seu jardim. Meses antes, Marcus, discípulo de Harry, descobrira que o professor vivera um romance com Nola, pouco tempo antes do seu desaparecimento. Convencido da inocência de Harry, Marcus abandona tudo e parte para Aurora para conduzir a sua própria investigação.
Ofereceram-me este livro pelos meus anos e foi sucesso garantido, com este meu estado febril, em que nem conseguia sair da cama, li-o em três tempos, adorei e aconselho.
Parece que Joel Dicker vendeu mais 750 mil exemplares em França e a mim parece-me fácil perceber porquê. São cerca de 700 páginas que se leem sempre com vontade de perceber o que vem a seguir, é um romance e ao mesmo tempo um policial, em que tudo gira à volta do crime, do amor e do crescimento enquanto pessoa, ao mesmo tempo que "agarra" nas tricas e vivências de uma pequena e aparentemente inocente terra norte-americana. Joel Dicker cria em nós a ilusão de se fundir com Marcus Goldman parecendo a dada altura estar a escrever na primeira pessoa.
Vale a pena ler!
Iniciação à costura
Ah! E ainda vos contei que o Pai Natal me ofereceu uma máquina de costura!
Sempre achei piada e há uns anos comecei a fazer algumas coisas com a ajuda da minha mãe e na máquina dela. Estive durante o último ano sempre na dúvida se era um investimento que valesse a pena, se depois a iria utilizar ou não. Depois de muito pensar lá deixei cair esta dúvida ao pé do Bernardo, que pelos vistos achou que valia mesmo a pena a compra e pelo Natal, voilá!
Deixo-vos abaixo o meu primeiro trabalho de costura criativa a solo, ou seja, sem mãe por perto. Não ficou muito perfeitinho mas a verdade é que também não me deixa envergonhada! :)
Partilhar
Cá em casa a "luta"
ultimamente tem recaído muito sobre a partilha, a importância de partilhar e o que isso depois
nos traz de volta, ainda naquele momento possamos ter uma sensação de perda.
E a verdade que fico muito feliz que ver que a MR já interiorizou e que a partilha já vem dela e já não precisa de ser incentivada. Claro que quer ser valorizada por este facto e portanto faz sempre questão de anunciar a sua boa ação aos sete ventos, mas o certo é que já o faz sem que lhe seja pedido. É a primeira a dizer "Manuel, tenho bolachinhas queres?" "Já acabaste o teu chocolate? A mana dá-te um bocadinho do dela".
No fundo por vezes acaba mesmo por ficar prejudicada pois ela guarda sempre para o fim aquilo que mais gosta, por exemplo, as salsichas. Ora o Manuel não, se gosta de salsichas, come-as primeiro! Portanto já ele comeu as deles e ela, com a sua alma caridosa ainda nem provou as suas e já lhe está dar alguns pedaços. Se com a MR isso funciona muito bem, o Manuel, com os seus quase três anos, está numa fase em que a partilha é extremamente dolorosa e assim que eu digo "Partilha com a mana" Ele lança-se em voo sobre aquilo que está a comer, põe na boca rapidamente e diz, com a boca já atafulhada de comida "Não". Claro que ela fica triste, diz-lhe que nessa semana já foi muitas vezes boazinha para ele, eu zango-me e ele lá lhe dá qualquer coisa. Mas tudo me indica que vamos no bom caminho e no fundo o vídeo abaixo o que me diz é que a partilha nos é inata...
E a verdade que fico muito feliz que ver que a MR já interiorizou e que a partilha já vem dela e já não precisa de ser incentivada. Claro que quer ser valorizada por este facto e portanto faz sempre questão de anunciar a sua boa ação aos sete ventos, mas o certo é que já o faz sem que lhe seja pedido. É a primeira a dizer "Manuel, tenho bolachinhas queres?" "Já acabaste o teu chocolate? A mana dá-te um bocadinho do dela".
No fundo por vezes acaba mesmo por ficar prejudicada pois ela guarda sempre para o fim aquilo que mais gosta, por exemplo, as salsichas. Ora o Manuel não, se gosta de salsichas, come-as primeiro! Portanto já ele comeu as deles e ela, com a sua alma caridosa ainda nem provou as suas e já lhe está dar alguns pedaços. Se com a MR isso funciona muito bem, o Manuel, com os seus quase três anos, está numa fase em que a partilha é extremamente dolorosa e assim que eu digo "Partilha com a mana" Ele lança-se em voo sobre aquilo que está a comer, põe na boca rapidamente e diz, com a boca já atafulhada de comida "Não". Claro que ela fica triste, diz-lhe que nessa semana já foi muitas vezes boazinha para ele, eu zango-me e ele lá lhe dá qualquer coisa. Mas tudo me indica que vamos no bom caminho e no fundo o vídeo abaixo o que me diz é que a partilha nos é inata...
Volta Primavera...
Volta Primavera...
traz-me de novo sol e leva a chuva embora, podes até trazer todas as alergias e pólenes, poeiras e sei lá mais o quê, mas por favor... LEVA DAQUI AS GRIPES E AS VIROSES E AS INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS!
Juro que já não aguento mais um mês assim. É que neste momento já não são apenas as crianças, somos também nós, os adultos, a "cair que nem tordos". O homem cá de casa esteve de cama, com gripe, febre, hummmm... fraquinho!
Pois é, mas o "fraquinho" pegou a gripe aqui à "fraquinha" que desde domingo à noite que não sai de casa, a não ser para ir ontem ao hospital. Do hospital voltei com o diagnóstico de uma gripe que evoluiu para infeção respiratória "Ainda não é pneumonia - disse a médica - mas tem que fazer 10 dias de antibiótico, ok? E se for preciso volta cá na 2ª-feira que estou banco e vejo-a de novo".
WTF?! Pneumonia?! 10 dias de antibiótico?! Mas há a possibilidade de não melhorar até 2ª?!
Enfim, este Inverno tem sido tão difícil que já nem consigo refazer o historial de doenças desta família. Só a MR é que continua quase diariamente a dizer-me "Mãe, vê lá se tenho febre", na esperança de que alguma doença a faça ficar em casa e nada... felizmente nada lhe pega, para seu grande desgosto!
traz-me de novo sol e leva a chuva embora, podes até trazer todas as alergias e pólenes, poeiras e sei lá mais o quê, mas por favor... LEVA DAQUI AS GRIPES E AS VIROSES E AS INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS!
Juro que já não aguento mais um mês assim. É que neste momento já não são apenas as crianças, somos também nós, os adultos, a "cair que nem tordos". O homem cá de casa esteve de cama, com gripe, febre, hummmm... fraquinho!
Pois é, mas o "fraquinho" pegou a gripe aqui à "fraquinha" que desde domingo à noite que não sai de casa, a não ser para ir ontem ao hospital. Do hospital voltei com o diagnóstico de uma gripe que evoluiu para infeção respiratória "Ainda não é pneumonia - disse a médica - mas tem que fazer 10 dias de antibiótico, ok? E se for preciso volta cá na 2ª-feira que estou banco e vejo-a de novo".
WTF?! Pneumonia?! 10 dias de antibiótico?! Mas há a possibilidade de não melhorar até 2ª?!
Enfim, este Inverno tem sido tão difícil que já nem consigo refazer o historial de doenças desta família. Só a MR é que continua quase diariamente a dizer-me "Mãe, vê lá se tenho febre", na esperança de que alguma doença a faça ficar em casa e nada... felizmente nada lhe pega, para seu grande desgosto!
A escola primária
A minha filha vai no próximo ano para o 1º ciclo, ou como dizíamos antigamente, para a escola primária.
O facto de viver numa cidade grande tem a coisa boa de termos um leque de opções à nossa volta, a coisa má de vivermos numa cidade grande é que por vezes era tão fácil não ter que escolher! Ou seja, tenho inúmeras opções no que concerne à escolha da escola para a minha filha: tentar pô-la na escola da nossa área de residência, tentar pô-la na escola da minha área de trabalho ou ainda tentar matriculá-la numa escola privada. São todas opções em aberto e nenhuma garante que a minha decisão a leve para essa escola.
Escolher a escola de um filho é uma decisão importante, pode vir a condicionar ou a encaminhar o seu desenvolvimento num ou noutro sentido. E depois é a ideia de pensar que eles crescem... fui visitar uma escola e imaginei a minha filha no próximo ano perdida naqueles corredores... deu-me um aperto tão grande no coração que ainda agora me sinto pequenina como ela. Claro que tudo isto significa que ela está a crescer e que se vai tornar cada vez mais independente e também é para isso que os estamos a educar.
Deixo-vos o vídeo abaixo, outro dos meus medos, que os meus filhos à conta de uma escola mal escolhida* comecem a ficar com palas nos olhos e sem a capacidade de olharem à volta, de imaginarem e de serem criativos.
O facto de viver numa cidade grande tem a coisa boa de termos um leque de opções à nossa volta, a coisa má de vivermos numa cidade grande é que por vezes era tão fácil não ter que escolher! Ou seja, tenho inúmeras opções no que concerne à escolha da escola para a minha filha: tentar pô-la na escola da nossa área de residência, tentar pô-la na escola da minha área de trabalho ou ainda tentar matriculá-la numa escola privada. São todas opções em aberto e nenhuma garante que a minha decisão a leve para essa escola.
Escolher a escola de um filho é uma decisão importante, pode vir a condicionar ou a encaminhar o seu desenvolvimento num ou noutro sentido. E depois é a ideia de pensar que eles crescem... fui visitar uma escola e imaginei a minha filha no próximo ano perdida naqueles corredores... deu-me um aperto tão grande no coração que ainda agora me sinto pequenina como ela. Claro que tudo isto significa que ela está a crescer e que se vai tornar cada vez mais independente e também é para isso que os estamos a educar.
Deixo-vos o vídeo abaixo, outro dos meus medos, que os meus filhos à conta de uma escola mal escolhida* comecem a ficar com palas nos olhos e sem a capacidade de olharem à volta, de imaginarem e de serem criativos.
Just one click
Deixo-vos uma excelente campanha de marketing da UNICEF. Muito muito boa.... vejam os três vídeos:
Natal na sala 2
Para sala do Manuel este ano foi-nos pedido que fizessemos um coração e lhe escrevessemos uma mensagem para o nosso filho (fiz um em origami).
Para o presépio pediram-me para fazer um anjo em sabão, aqui ficam as obras de arte! :)
Que como devem imaginar me deram imenso prazer fazer!
Faça amigos entre os animais com esta oferta
Não resisto... por favor vejam-me só esta oferta da Groupon que uma amiga muito atenta fez o favor de me reencaminhar:
Quando pensamos em golfinho vem-nos à cabeça o simpático Flipper, uma espécie de Lassie aquática. Mas este satisfaz outro tipo de fantasias - que também podem passar na televisão mas sempre com bolinha vermelha. Faça amigos entre os animais com esta oferta.

Quando pensamos em golfinho vem-nos à cabeça o simpático Flipper, uma espécie de Lassie aquática. Mas este satisfaz outro tipo de fantasias - que também podem passar na televisão mas sempre com bolinha vermelha. Faça amigos entre os animais com esta oferta.
Destaques
- Ergonómico, chega às zonas mais sensíveis
- Com oito velocidades diferentes
- O golfinho também vibra
Outra vez as manhãs
Como aqui já foi dito, os "pestinhas" lindos não me hão-de derrubar! E, posto isto, apesar das preocupações do pai, preocupações com a sanidade metal da mãe, estou sozinha com os três. O pai saiu de casa às oito da manhã e volta amanhã à noite.
- Lava dentes, calça sapatos, veste casaco, "Põe os óculos Maria Rita!" "O Francisco perdeu de novo o sapato, quem me ajuda a procura-lo?!"
Enfim, com alguns contratempos mas tudo correu bem, chegamos à escola a tempo e horas, coisa que nem sempre (digamos antes raramente) acontece.
Quando deixava o Manuel na sala dele lembrei-me "Bolas é quinta-feira, não trouxe o livro!". "O livro" é o livro do Projeto de Leitura que existe na escola e todos nós adoramos. No início do ano cada família compra um livro indicado pela Educadora da sala e depois semanalmente as crianças trocam de livros. Resultados, todas as semanas temos um livro novo para ler e eles ficam super contentes com isso.
E eu já estava a imaginar os olhos grandes do Manuel, tristes por não ter livro para trocar... mas eu não sou perfeita, nem tudo me corre como planeado, paciência... ai não... mas a ideia de o ter triste por uma falha minha estava tornar-se insuportável... enfim, meti-me no carro e voltei a casa.
E portanto hoje, que tudo tinha corrido tão bem, que ia até conseguir chegar ao trabalho a horas... não, voltei a chegar ao trabalho tarde, e ainda tive que andar às voltas, mas estou tão contente por saber que o meu filho "médio" (como lhe chama a mana) vai estar feliz e trocar o seu livro!
Viva a confusão!
As manhãs lá em casa são dramáticas e por vezes fazem-nos começar o dia já em desespero. A MR acorda de nariz entupido e zangada com a vida, quer sempre dormir mais um bocadinho; o Manuel está na fase de afirmação pessoal dos 2 anos e diz que não a tudo, só mesmo para contrariar, teimoso como só ele consegue ser... e o Francisco por ali anda, a entalar os dedos nos armários e nas gavetas, a comer sabão e a agarrar-se às minhas pernas e a tentar trepar por mim a cima, como quem diz: "Também cá estou e também quero colo". O Pai gravita por ali, a tentar ajudar e a ouvir constantemente "Não, é a mãe!" É uma fase difícil esta em que a Mãe tem que estar presente para todos no mesmo segundo.
Mas hoje de manhã olhei para mim como se eu não fosse eu própria. Olhei para mim e para a minha família como se nos visse de cima, numa cena na qual era mera observadora. Quando me vi assim, de fora, pensei:
Que barafunda, que confusão! Mas que confusão saudável e feliz! Apesar de haver crianças a chorar, birras. pedidos contínuos de colo e de ajuda, toda aquela cena, vista de fora, era reconfortante.
De repente voltei a mim e dei-me conta que não me posso deixar abater por três crianças abaixo dos 5 anos, super exigentes, que querem a mãe o tempo todo. É sinal de que os tenho comigo, saudáveis e a crescer, como se espera e se deseja.
Ão, ão!!!!
O Manuel entrou na cozinha, depois o ter chamado para ir para a mesa e disse-me:
- Mamã, shou um cão! Ão, ão!
Fingi assustar-me:
- Ai! Que medo, mas és um cão bonzinho, não és?
- Shim, shou.
Sentou-se e começou a comer a sopa. Comecei a ver muita sopa por todo o lado e até pensei que o rapaz estivesse especialmente desastrado naquele dia. Ajeitei-lhe o babete e quando olhei para cima percebi que o meu cãozinho estava a lamber a sopa da colher.
Ora bem, cão que é cão realmente não põe colheres na boca, põe é a língua de fora! :) Tão querido e fofinho este miúdo!
- Mamã, shou um cão! Ão, ão!
Fingi assustar-me:
- Ai! Que medo, mas és um cão bonzinho, não és?
- Shim, shou.
Sentou-se e começou a comer a sopa. Comecei a ver muita sopa por todo o lado e até pensei que o rapaz estivesse especialmente desastrado naquele dia. Ajeitei-lhe o babete e quando olhei para cima percebi que o meu cãozinho estava a lamber a sopa da colher.
Ora bem, cão que é cão realmente não põe colheres na boca, põe é a língua de fora! :) Tão querido e fofinho este miúdo!
Novelos de uma Novela
Dediquei parte da minha tarde a fazer backup e registo de um blog antigo, o Girassóis, que em tempos tive com a minha amiga calordeoutono. Dediquei-me também a fazer backup do Novelos de uma Novela, o atual blog da calordeoutono.
Não foi uma tarefa fácil, era necessário saber qual a conta de email que ela usava, recuperar passwords e fazer muito trabalho de detetive.
A dada altura desesperei e disse-lhe: "Que confusão de emails! Não vou conseguir... se estás por aí ajuda-me..." Entre lágrimas e sentimentos contraditórios (era estranho estar a mexer nas coisas da minha amiga, a invadir a sua privacidade), tenho a certeza que foi ela que me iluminou, teria ficado tão orgulhosa do meu trabalho. Imagino-a a dizer-me: "Amiguinha, eu sabia que se alguém conseguisse tinhas que ser tu". É não só a imagino como quase tenho a certeza que ouço e que lhe vejo o sorriso nos lábios.
Não consegui ler os textos, abri um ou dois e as saudades foram tantas e as recordações tão fortes que doeu demais.
Já consegui passar os textos todos para pdf, agora falta editá-los e fazer o livro que ela sempre sonhou escrever. Infelizmente este não é o livro que ela merecia escrever, mas apenas uma mini edição caseira póstuma do diário de uma vida...
Não foi uma tarefa fácil, era necessário saber qual a conta de email que ela usava, recuperar passwords e fazer muito trabalho de detetive.
A dada altura desesperei e disse-lhe: "Que confusão de emails! Não vou conseguir... se estás por aí ajuda-me..." Entre lágrimas e sentimentos contraditórios (era estranho estar a mexer nas coisas da minha amiga, a invadir a sua privacidade), tenho a certeza que foi ela que me iluminou, teria ficado tão orgulhosa do meu trabalho. Imagino-a a dizer-me: "Amiguinha, eu sabia que se alguém conseguisse tinhas que ser tu". É não só a imagino como quase tenho a certeza que ouço e que lhe vejo o sorriso nos lábios.
Não consegui ler os textos, abri um ou dois e as saudades foram tantas e as recordações tão fortes que doeu demais.
Já consegui passar os textos todos para pdf, agora falta editá-los e fazer o livro que ela sempre sonhou escrever. Infelizmente este não é o livro que ela merecia escrever, mas apenas uma mini edição caseira póstuma do diário de uma vida...
Não fales com estranhos...
Tão verdadeiramente assustador...
Por mais que eduquemos os nossos filhos é sempre muito difícil resistir a um doce e a um sorriso.
Lembro-me que os meus pais sempre me passarem essa mensagem "nunca falar com estranhos". Mas um dia estava o meu pai a estacionar o carro, a minha mãe a falar com um casal amigo e eu vejo debaixo de uma árvore um grupo de pessoas com um saco enorme de pacotes pequenos de amendoins. Detive-me durante uns instantes a olhar para eles e eles acenaram-me um pacote e perguntaram, "Queres?" E eu quis e fui e quando a minha mãe se apercebeu já eu vinha com o pacote na mão. Fui chamada à atenção e tenho ideia que acabei por, por opção, não comer os amendoins, tenho ideia que não consegui, que percebi o quão errado tinha sido.
Mas o que é certo é que fui, sem pensar duas vezes...
Zangas dos manos
MR - Manuel!!!! Não gosto mais de ti! Não fazer isso assiiiiiiimmmmmmmm! (choro)
Manuel - Gotas sim!!! (completamente indignado)
MR - Sim gosto [como se não fosse nada com ela], mas não pode seeeeeeeerrrrr!!!! (e continua a choramingar)
Manuel - Gotas sim!!! (completamente indignado)
MR - Sim gosto [como se não fosse nada com ela], mas não pode seeeeeeeerrrrr!!!! (e continua a choramingar)
Calor de Outono
A minha amiga foi-se embora. Foi-se embora e não despedi dela, foi-se embora e não tivemos tempo para dizer "Até já".
Era a minha amiga mais próxima, a "amiguinha" (como nós costumávamos dizer). Foram 15 anos de cumplicidade e de uma empatia imediata. Era uma das pessoas a quem no ISCTE, ainda antes de nos conhecermos, eu dizia sempre "Olá" ou a quem esboçava um sorriso nos corredores.
Eramos tão diferentes... mas essa diferença complementava a nossa amizade. Ela adorava bolinhas e sapatos com berloques, eu detesto ambos. Ela não tinha paciência para formatar documentos e pô-los bonitinhos, com espaçamentos e tamanhos de letras xpto. Era eu que por vezes lhe fazia esse trabalho. Ela adorava livros e o cheiro dos livros trazia-lhe sempre recordações de um qualquer momento passado, escrevia nos livros, apontamentos feitos à margem da página, já eu, que também gosto de livros, adoro gadgets e já não passo sem o meu e-reader.
Ela era de uma inocência que por vezes dava vontade de rir, muito ansiosa e super curiosa e interessada por tudo o que a rodeava. Sempre a querer saber mais e mais, era muito trabalhadora e tão inteligente... Adorava dançar...
Partilhámos casa, amigos, desgostos de amor e os amores da nossa vida, partilhámos dores que nunca esperámos que nos assolassem e expectativas, expectativas que se concretizaram e algumas que foram embora com ela. Assim como foram algumas das confissões e partilhas que fizemos...
Os últimos meses quebraram-nos as rotinas, deixámos de falar diariamente no Messenger, parámos com os almoços que tentávamos sempre que fossem semanais (apesar de nunca o serem), acabaram com os telefonemas tontos, sobre assuntos tontos mas que nos faziam rir. Mas apesar disso estávamos ali uma para outra, a fazer um stand-by numa vida que ela iria retomar em breve, que a maldita doença queria mas que, pensava eu, nunca iria conseguir roubar.
Durante 15 anos fomos uma presença constante na vida da outra e agora a minha amiga foi embora. A doença ganhou e levou-a e deixou-me a mim a morrer de saudades...
Papas de aveia com mel!
Todos os dias tomo o meu pequeno-almoço com a minha amiga Vanessa. Na verdade ela não está cá em casa, ok, não tomo mesmo o pequeno-almoço com ela, mas juro que todos os dias desde há uns meses para cá, quando preparo o meu pequeno-almoço penso nela. Porquê? Porque como algo que sei que ela adora e que provei pela primeira vez feito por ela, numa casa em Benfica, há muitos, muitos anos atrás.
Papas de aveia! Hummm e que pequenos-almoços deliciosos! Descobri que a Bimby faz umas papas de aveia fantásticas e que não dão trabalho nenhum. Antes de dar os pequenos-almoços às crianças meto tudo na Bimby e 9 minutos depois está pronto.
Deixo-vos a receita para ver se as minhas amigas bimbólicas se entusiasmam!
35 gr de aveia
10 gramas de mel ou 2 colheres de chá de açúcar
220 gr de leite
canela a gosto
Velocidade colher inversa, 9 minutos, 90º
Estas quantidades dão para uma dose, No final pode-se juntar fruta, eu geralmente junto morangos ou banana. Juro-vos que ficam uma delícia! Não dá trabalho nenhum a fazer e tem tudo o que é preciso para um bom pequeno-almoço: proteína, cerais e fruta.
I love my porridge!
PS: Amanhã se me lembrar tiro uma foto ao meu pequeno-almoço e venho pô-la aqui.
Papas de aveia! Hummm e que pequenos-almoços deliciosos! Descobri que a Bimby faz umas papas de aveia fantásticas e que não dão trabalho nenhum. Antes de dar os pequenos-almoços às crianças meto tudo na Bimby e 9 minutos depois está pronto.
Deixo-vos a receita para ver se as minhas amigas bimbólicas se entusiasmam!
35 gr de aveia
10 gramas de mel ou 2 colheres de chá de açúcar
220 gr de leite
canela a gosto
Velocidade colher inversa, 9 minutos, 90º
Estas quantidades dão para uma dose, No final pode-se juntar fruta, eu geralmente junto morangos ou banana. Juro-vos que ficam uma delícia! Não dá trabalho nenhum a fazer e tem tudo o que é preciso para um bom pequeno-almoço: proteína, cerais e fruta.
I love my porridge!
PS: Amanhã se me lembrar tiro uma foto ao meu pequeno-almoço e venho pô-la aqui.
O holidays, Where Art Thou?
Estou de férias há duas semanas, mas não parece nada. Há duas semanas de férias, já com quatro idas ao médico em cima, duas passagens pela farmácia e vários, vários dias sem sair de casa. Balanço feito dá uma otite e um princípio de pneumonia.
Felizmente as férias este ano vão ser longas e certamente irão compensar este começo tão atribulado.
Vamos começar pelas férias do costume, uns dias em casa dos pais e outros em casa dos sogros. Mas a novidade vem mesmo no finalzinho das férias, com uma ida para a Culatra que de certeza nos vai saber a mel! Sem procurarmos surgiu esta oportunidade de irmos com uns amigos e praticamente não hesitámos, era mesmo assim que queríamos terminar as nossas férias.
Dizem que a ilha é paradisíaca, super tranquila e ideal para ir com crianças.
Esperemos que sim, que a expectativa é grande!
A resposta do Francisco ao post anterior
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(não me perguntem como mas ele conseguiu fazer paste e colar algo em que eu tinha andado a mexer ontem... Ah! Já voltou para o chão e chora que nem um desalmado porque quer.... vejam lá se adivinham.... COLO!!!!!)

| Dimensões | |
|---|---|
| Comprimento | 457 cm |
| Largura | 186 cm |
| Altura | 173 cm |
| Peso | - mjkiui.-ç0,wcv axc nn6to0..ç 1984 kg,,.- |
(não me perguntem como mas ele conseguiu fazer paste e colar algo em que eu tinha andado a mexer ontem... Ah! Já voltou para o chão e chora que nem um desalmado porque quer.... vejam lá se adivinham.... COLO!!!!!)
Colo
Por favor... alguém que explique ao meu filho Francisco que não é humanamente possível andar sempre com ele ao colo. Colo é bom, é muito bom, mas colo sempre é muito mas muito cansativo.
Francisco, eu sei que tu ainda não andas mas rebolas tão bem! Consegues marcar o teu destino e rebolar até lá sem dificuldade. Então, quando quiseres colo pensa primeiro senão dá para rebolar... por favor! (doente em casa há seis dias, quatro deles com febre deu nisto. Mimo... muiiiiito mimo :)
Ah benfiquistas!
MR - Mãe, o presidente é que presidente do quê?
Mãe - Então o presidente chama-se Cavaco Silva e é presidente de todos os portugueses, é o nosso presidente porque nós somos portugueses.
Manuel - Eu ica! (tradução: Eu sou do Benfica!)
--------------
O pai aqui já não se safa! Tanto a MR como o Manuel se assumem como Benfiquistas, se bem que ela, vira casacas, quando está com o pai diz que também é um bocadinho do Sporting (depois vem por trás dizer-me "Mãe, é só para o pai não ficar triste porque eu sou mais do Benfica, ok?)
O Manuel assume claramente a sua preferência clubística e diz descaradamente ao pai:
-Pai óting, Nuéu ica! (tradução: O Pai é o sporting, o Manuel é do Benfica!)
A bebé!
Lembram-se desta história?! Pois é, parece que a nossa amiga resolveu constituir família e estava eu muito bem, na casa de banho, quando de repente olho para o lado e vejo este querido e adorável animalzinho bebé mesmo ao meu lado. Para referência de tamanho, ela está dentro da pá, para onde a "varri", portanto é mesmo pequenina. Levei-a para a varanda e tenho a certeza que ela, embora timidamente, ainda se mexia.
Mas a verdade é que infelizmente esta bebé morreu e o seu cadáver está neste momento a secar ao sol na varanda pois ninguém teve coragem de lhe dar um fim mais digno. A MR ainda sugeriu que a puséssemos numa caixa e levássemos para a escola, para ela mostrar aos colegas, algo a que eu imediatamente respondi: "Isso é com o teu pai! O pai não se chegou à frente, vá-se lá saber porquê!
Agora, no ano passado foi a mãe osga, agora a filha osga... hum... não sei se quero saber onde anda o pai osga e espero muito bem que esta família siga a tendência, tão em voga no nosso país, do filho único, e que não me apareça aqui uma família numerosa!
Que canseira...
Quando tinha apenas um filho sentia-me tão cansada, sentia que apesar da felicidade enorme que era ser mãe os meus dias eram super cansativos.
Quando passei a ter dois filhos achei que até não era assim tão complicado.Punha o Manuel cedo na cama, ainda tinha cerca de hora e meia para me dedicar totalmente à MR e apesar de ser preciso alguma ginástica para coordenar horários, tudo se fazia.
Agora que tenho três filhos percebo que o cansaço se apoderou definitivamente de mim, um cansaço mental mas sobretudo físico. Sinto-me cansada por estar constantemente a ser solicitada pela MR para mais uma história e sinto que a imaginação se me acaba (e quem me conhece bem sabe que para isso acontecer eu tenho que estar mesmo esgotada), cansada de pensar no que vou fazer para o jantar e cansada de andar como Francisco ao colo,com o Manuel ao colo e com os dois ao colo ao mesmo tempo, cansada dos banhos,dos jantares e das horas de ir para a cama. Não consigo ficar acordada até depois das dez, se me sento no sofá os olhos fecham-se,é inevitável.
Hoje, apenas com um filho a cargo, os dois mais velhos estão desde ontem com os avós,sinto-me em lua de mel comigo própria,com tempo e disponibilidade mental para voltar a escrever, sem a pressão das horas tudo parece mais fácil. Percebo agora que ter apenas um filho é tão tranquilo...
Ai... mas sinto tanta falta dos outros dois! Já telefonei e voltei a telefonar, perguntei por onde andavam, o que estavam a fazer e se tinham saudades. Se me sabe bem estar assim, sim porque de vez enquando sabe e faz bem, por outro lado este circulo familiar só está completo quando estamos os cinco. Mesmo cansada, estafada e de rastos...
Quando passei a ter dois filhos achei que até não era assim tão complicado.Punha o Manuel cedo na cama, ainda tinha cerca de hora e meia para me dedicar totalmente à MR e apesar de ser preciso alguma ginástica para coordenar horários, tudo se fazia.
Agora que tenho três filhos percebo que o cansaço se apoderou definitivamente de mim, um cansaço mental mas sobretudo físico. Sinto-me cansada por estar constantemente a ser solicitada pela MR para mais uma história e sinto que a imaginação se me acaba (e quem me conhece bem sabe que para isso acontecer eu tenho que estar mesmo esgotada), cansada de pensar no que vou fazer para o jantar e cansada de andar como Francisco ao colo,com o Manuel ao colo e com os dois ao colo ao mesmo tempo, cansada dos banhos,dos jantares e das horas de ir para a cama. Não consigo ficar acordada até depois das dez, se me sento no sofá os olhos fecham-se,é inevitável.
Hoje, apenas com um filho a cargo, os dois mais velhos estão desde ontem com os avós,sinto-me em lua de mel comigo própria,com tempo e disponibilidade mental para voltar a escrever, sem a pressão das horas tudo parece mais fácil. Percebo agora que ter apenas um filho é tão tranquilo...
Ai... mas sinto tanta falta dos outros dois! Já telefonei e voltei a telefonar, perguntei por onde andavam, o que estavam a fazer e se tinham saudades. Se me sabe bem estar assim, sim porque de vez enquando sabe e faz bem, por outro lado este circulo familiar só está completo quando estamos os cinco. Mesmo cansada, estafada e de rastos...
Salvos pelo Amor
Numa entrevista ouvi a Diane Keaton dizer que nós os humanos somos salvos pelo amor e essa expressão ecoou-me dentro do peito e de repente fez-me todo o sentido... Salvos pelo Amor...
Li há pouco tempo esta notícia, acerca de um bebé prematuro, de 27 semanas que foi salvo, exactamente pelo amor, pelo amor de uma mãe que não aceitou a sua morte e que, certamente por milagre da natureza, o trouxe de volta à vida.
Tudo isto me transportou para a Ana Sofia, uma bebé de 25 semanas que ao nascer com 24, pode muito bem ter sido salva pelo amor que os pais já lhe tinham,ainda antes dela nascer. Embora a mãe ainda não tenha consciência desse facto o seu nascimento prematuro foi um acto de amor e uma vontade desesperada de a salvar (o não nascimento significaria uma morte, muito mais prematura que o seu nascimento). A mãe da Ana Sofia foi ela também "vítima" do imenso amor do marido, que passou dias a fio à sua cabeceira, a transportá-la de médico em médico, a correr a meio da noite para o hospital (onde por vezes só a podia ver da janela, tal Romeu e sua Julieta) e a envolvê-la neste sentimento basilar que é o amor.
Deixarmo-nos abraçar pelo amor que os outros nutrem por nós é um processo fundamental na cura. Abrirmo-nos aos que nos amam, sentirmo-nos diariamente agradecidos por termos amor nas nossas vidas é essencial para nos pacificarmos connosco e com os outros. O amor não é obrigatório, não é instintivo e não é inesgotável. E termos noção destas premissas é meio caminho andado para ele se torne voluntário, consciente e infinito.
Por vezes não é fácil deixar-nos ir, é preciso uma confiança extrema em nós próprios e nos outros para nos entregarmos ao seu amor. Mas é isso que um recém-nascido faz, entrega-se completamente ao amor dos pais, ele é a mãe e a mãe é ele e é assim durante os primeiros meses de vida. São apenas um, vêem-se e sentem-se como um, num amor que é maior que a vida. Quando crescemos essa entrega é-nos mais difícil e por vezes parece até doer, mas é essa mesma entrega que, por mais antagónico que pareça depois nos torna livres, que nos dá asas e nos salva. E essa entrega é sem dúvida o amor.
Não quero!
O Manuel aprendeu a dizer NÃO QUERO! E di-lo assim como escrevi, em caps lock, com todo o jeito de quem sabe exatamente o que está a dizer e porquê:
- NÃO QUERO!
Dizia-me ele enfurecido hoje de manhã e eu pensava: Finalmente está a aprender a juntar duas palavras (até agora dizia palavras soltas e terminações de palavras), está a afirmar-se, é bom... mas, "não quero?!" ai... nem quero imaginar os problemas que isto nos vai dar, ao menos que tivesse começado por algo mais simpático...
Massa fresca
E cá por casa o jantar de hoje vai ser "Pasta"! Ainda está por definir a receita mas a base já está feita. Aqui ficam as fotos do tagliatelle acabinho de fazer!Receita para a Jasmim :)

200 gr de farinha
2 ovos
1 gema
1 pitada de sal
1 fio de azeite
A máquina foi comprada na CASA e custa 20€. A minha massa fresca tem sido um sucesso! Já fiz lasanha, esparguete e agora estreei-me no tagliatelle. Vamos ver como sai o jantar...
(e assim se passam os dias de uma mãe semi-desocupada!)
Wii Fit
Hoje liguei a Wii... diz que não me via há 536 dias... ups... assim há tanto tempo?!
Disse também que tinha saudades minhas e que ainda bem que eu tinha voltado.
"Vamos começar o treino?" - perguntou ela.
"Yeyy! 'Bora lá!" disse eu cheia de entusiasmo...
Oh não... se calhar ainda não é hoje... ando há três semanas de volta das pilhas (tanto tempo? - sim... muita motivação dá nisto...) do balance board e do comando e pelos vistos ainda não está resolvido. As pilhas do balance board estão descarregadas...
See you tomorrow Wii Fit! :)
Massa folhada
Resolvi fazer empadas de peixe e camarão... na verdade acho que ficaram deliciosas! Para aproveitar o que sobrou da massa fiz uns folhados de salsicha, que sei que vão fazer as delícias da MR e do Manuel. Como depois das salsichas ainda sobrou um pouco de massa folhada, fiz umas caixinhas que foram ao forno e que depois enchi com um género de leite creme e cobri com morangos... hummmm! Que delícia!
Deixo-vos fotos das minhas incursões culinárias pelo mundo da massa folhada!
Fica também a receita, que descobri na internet e depois adaptei.
Creme
- 2 rolos de massa folhada fresca
- 200g de peixe branco (usei pescada)
- 100g de miolo de camarão congelado
Creme
- 2 colheres de sopa do miolo de camarão
- 200ml da água em que descongelou os camarões
- 300ml de leite
- 50g de farinha
- 30g de margarina
- sal, pimenta e noz moscada a gosto
![]() |
| Massa folhada recheada com pescada e camarão |
- Coza o peixe em água temperada com sal, escorra e desfaça-o em lascas. Reserve.
- Deite 200ml de água a ferver em cima do miolo de camarão ainda congelado e deixe alguns minutos para que este descongele. Reserve a água.
- Prepare então o creme para que este vá arrefecendo: junte no copo da Bimby a água que usou para descongelar os camarões (cerca de 200ml) e complete com leite até perfazer 500ml.
- Junte os restantes ingredientes e programe 9m na Velocidade 3 e Temperatura 90º. (Usei a Bimby mas pode-se fazer num tacho. No final juntei ao creme coentros e salsa picados)
- Deite o creme para uma taça, para que vá arrefecendo com mais facilidade enquanto prepara as empadas.
- Unte um tabuleiro de formas de queque com margarina e polvilhe com farinha. (fiz em formas de silicone portanto saltei este passo)
- Estenda o primeiro rolo de massa folhada e corte 12 rodelas de massa, com a ajuda de um copo ou taça cujo diâmetro seja um pouco maior que o das formas que vai usar (eu usei uma taça de sobremesa).
- Forre as formas com as rodelas de massa que cortou e recheie-as com o peixe cozido e desfeito em lascas e o miolo de camarão.
- Encha as formas com o creme preparado antes, tendo o cuidado de verificar que o mesmo já nao está quente (para não estragar a massa folhada).
- Estenda o outro rolo de massa folhada e corte mais 12 rodelas, desta vez um pouco menores que as primeiras.
- Use estas rodelas como tampas para as empadas, colando as massas. (Pincelei com ovo)
- Leve ao forno, pré-aquecido a 200º, durante 30m.
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| Prato finalizado! |
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| Folhados de salsicha |
Relativamente aos folhados de salsicha, bem... este não têm por onde errar. Abri a lata, cobri as salsichas com a massa, pincelei com ovo e forma ao forno 15 minutos.
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| Tarteletes de massa folhada com creme de leite e morangos |
Para as Tarteletes resolvi inventar um pouco... usei o ovo que tinha servido para pincelar, juntei-lhe manteiga, leite, açúcar, farinha maizena e um pau de canela.Cozi tudo em lume brando. Deitei o creme nas formas, coloquei morangos fatiados por cima e polvilhei com açúcar e canela.
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